No espetáculo "O Filho da Mãe", a mulher é abandonada pelo marido e tem que se vrar por conta própria. Bordão mais antigo não existe.
O humor fácil do espetáculo em detrimento ao humor inteligente derruba toda a trama e torna a peça completamente cansativa e desinteressante.
O diretor do espetáculo, João Camargo caiu na armadilha de simplesmente deixar Regiana atuar da maneira que ela é no dia a dia, expansiva, maximizada e tomando conta de toda a cena. Pedro Nercessian fica num plano secundário, completamente apagado pela impoNência exagerada de Regiana.
Fraquíssima a história, com figurinos, luz e cenário mediocres.
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